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Fútil ou Apenas Feliz?

02/10/2011

A cada ano, alguns meses antes do meu aniversário, tenho uma espécie de crise de identidade. Fico pensando no que eu sou, no que eu consegui, nos meus gostos, nas minhas responsabilidades... Antigamente isso me deixava pra baixo, frustada, e sempre programando resoluções para o futuro que eu nunca conseguia realizar.
Esses dias também pensei em tudo isso, mas decidi não ficar triste nem abalada. E daí que vou fazer 21 anos? Só por causa disso eu preciso me tornar uma senhora chata?
Tô dizendo isso porque às vezes eu me acho muito fútil. Sem preocupações excessivas, sem stress, me divertindo, brincando quase o tempo todo, falando besteira. É. Eu acho que eu sou fútil.
Por outro lado não quero, de forma alguma, perder minha juventude. Não que eu seja toda irresponsável. Claro que não, eu trabalho, procuro controlar meus gastos, me preocupo com o futuro, tenho metas de formação e carreira, enfim. E também não sou um Peter Pan, tenho noção de que não vou ser jovem a vida inteira.
Então que diabos eu quero dizer com esse post? Eu quero dizer que eu NÃO vou parar de gostar de coisas fofinhas, NÃO quero ouvir música clássica e/ou "conceitos novos cheios de musicalidade", eu AINDA quero deitar na minha cama no final do dia e ver minhas séries, meus filmes, meus doramas, jogar video game com meus amigos ou sozinha, eu quero colecionar bichinhos, quero usar lacinhos no cabelo, eu quero comprar bolsas com o pouco dinheiro que eu ganho, quero me maquiar, eu quero ler Chick Lit. Isso faz de mim uma pessoa fútil e egoísta? Ou apenas uma pessoa querendo apreveitar sua década de 20 enquanto pode?


Pessoas Desagradáveis

13/09/2011

Mais um da série "vou reclamar e me deixa em paz". Esteja à vontade para concordar, ou não.

Vou dar um exemplo do que eu considero comportamento desagradável. Eu fui magra uma vez na vida, dos 14 aos 16 anos. Antes e depois disso eu fui e sou uma coisinha gordinha fofa da mamãe que todos amam #ThrowUpRainbow Mas engordar 3 kg é o suficiente para algumas pessoas te pararem na rua toda vez que te encontram e pronunciarem o mais alto possível: "NooOooooOOoossa, como você engordou héin!". Não é preocupação, não  é curiosidade, é o simples ato de ser desagradável. Hoje em dia isso não estraga mais meu dia, nem fico me sentindo um lixo pelo resto da semana, mas me pergunto a razão dessa necessidade absurda de apontar os defeitos dos outros e tentar colocar as pessoas pra baixo. E crítica construtiva é a p#t$ que p*r¹@, pra mim isso não existe. Se você quer ajudar alguém, existem outras formas que não a façam se sentir o cocôzão do mundo.Cada um é cada um, e sempre tem alguém que goste do jeito do outro, enfim, isso todo mundo sabe. Mas existem pessoas que eu acredito que NINGUÉM gosta. Ninguém. Só fingem. Por quê? Porque essa pessoa provavelmente é filha do diabo com a Miranda Priestly.
Outra coisa que me irrita é gente que pergunta por quê. Por que você não pinta o cabelo? Por que você não usa salto alto? Por que você não faz academia? Por que não faz um curso de Espanhol? Cara, qual o sentido disso? Eu raramente peço conselhos e opiniões do tipo "o que eu faço?", só para pessoas bem próximas, e ainda assim é muito incomum, porque eu sei que não vou fazer o que a pessoa me aconselhar, então pra que perder meu tempo? Só que tem gente que insiste em te dar conselhos que você não pediu, sobre coisas que você não tem o menor interesse, enquanto você finge prestar atenção.
Para finalizar, quem não gosta daqueles pessimistas maravilhosos que, não satisfeitos em agourar suas próprias vidas, vem com força total pra cima da gente e destroem nossos sonhos um por um? Se você fala que tá fazendo faculdade de Jornalismo, eles te dizem que a carreira é pouco promissora e desvalorizada. Se você diz que tá estudando pra fazer um vestibular super concorrido, eles te dizem que você não vai passar. Se você se casa, eles dizem que casamento hoje em dia não dura nem 5 anos. Essas pessoas iluminadas são as que eu, seriamente, mais tenho vontade de empurrar na frente de um caminhão.

Weekly Drama

The 1st Shop of Coffee Prince é o dorama mais nojento que eu já assisti, e um dos mais legais. Não é tão fofo, mas os personagens são apaixonantes e é super legal de se ver. Entrou para os meus favoritos por ser diferente e engraçado.

[download visite o fansub do qual eu agora faço parte n_n bônus: como comentar no Disqus by Patotah]


Me encontra: My Drama List  Twitter

Like Rabbits

21/06/2011

Atenção: Post escrito em um momento TPM/feminismo abundante. Por alguma razão, as pessoas devem achá-lo hilário, mas saibam que em algum ponto há seriedade de minha parte. Tenho dito.

Hoje eu deduzi algumas coisas sobre homens. Considerando que esse é um assunto recorrente em minha mente, há de se pensar que não é nada demais. Ou, levando-se em conta o fato de nosso cérebro ter mania de plagiar algumas coisas (li isso numa edição da revista Mundo Estranho, era alguma coisa do tipo...), pode ser que eu tenha ouvido isso em algum lugar, não dado a devida importância na hora, e agora *clic*, que ideia genial me ocorreu!
O negócio é que eu sou insuportavelmente espontânea. Eu não tenho vergonha, sou espaçosa, sou um ser bastante estranho e animado, como alguém que tomou 3 litros de café com ecstasy. Obviamente, se você me ver no ônibus ou fora da minha zona de conforto, eu não estarei dançando em cima dos bancos nem nada disso. Mas o fato é que eu sou realmente impulsiva.
Baseado nisso, um amigo hoje me perguntou qual milagre divino não me permitia agarrar todo cara que eu desejasse, tamanha é minha cara-de-pau. Se você não sabe o desastre que eu sou com os homens, leia aqui. Eu só respondi que não faço isso porque tenho consciência de que os homens são como coelhos; qualquer movimento brusco e eles fogem assustados. Meu amigo rashou isopores como se eu fosse a maior comediante de stand up que já existiu. Mas eu permaneci séria. É verdade, não?
Homens agem, muitas vezes, como um joelho machucado e sensível. Que porra, ninguém pode tocar, ninguém pode falar nenhuma palavra fora do script montado que passam pra nós, garotas, na adolescência. Quem acha que eu estou viajando, abra qualquer revista no estilo Capricho (eu perdi meu dinheiro nessa droga por 2 anos), que você verá algo como "O que fazer para o garoto não te achar louca". Obviamente não nessas palavras, mas poxa, WHAT THE FUCK! Por que precisamos nos moldar à frescura dos homens? Por que precisamos ter um código de conduta controlando cada sorriso ou palavra no primeiro encontro? Precisamos mesmo ser robôs para que eles gostem da gente?
Eu não estou querendo dar uma de "mulher dos anos 60 que queimou os sutiãs"_se eu estiver equivocada, me desculpem, não sou exatamanete boa em História, ou seja lá o que for. Eu só me pergunto por que essa mecânica toda. Não podemos simplesmente ser nós mesmas? Será que os homens não vão suportar saber que nós rimos muito quando ficamos nervosas, ou que nós gostamos de sexo tanto quanto eles, ou ainda vão nos achar umas vagabundas só porque nós os agarramos, assim, do nada? Se for isso, eu juro, eu vou virar lésbica!

Tabus

19/03/2011

tabu (ta-bu)
s. m.
Etnografia. Instituição religiosa que, atribuindo caráter sagrado a um objeto ou a um ser, proíbe qualquer contato com eles e até mesmo referência a eles.
P. ext. Ação, um objeto, uma pessoa ou um lugar proibidos por uma lei ou cultura. A palavra tabu vem da palavra polinésia tapu, que significa algo sagrado, especial, perigoso ou pouco limpo. Muitas sociedades acreditam que se uma pessoa for a um lugar tabu ou tocar em um objeto tabu, sofrerá sérios danos. Além disso, a sociedade poderá puni-la severamente ou considerá-la um tabu. Os objetos ou pessoas sagrados são tabus porque supostamente têm uma força misteriosa que lhes permite ferir ou matar uma pessoa. Objetos pouco limpos são tabus porque supostamente trazem o mal a uma pessoa ou a um grupo.

Pensei muito antes de escrever este post. Não queria parecer que estou forçando a barra para ter um blog "rebelde", moderno, descolado, diferente, desbocado etc. É só que eu prometi a mim mesma fazer um blog cujo eu pudesse enfiar todos os meus pensamentos, ainda que eles fossem perturbadores ou estranhos.
A sociedade insiste em fechar os olhos para alguns acontecimentos, fazer poker face, como se ainda estivéssemos no século 19, onde até para rir, precisava-se colocar a mão sobre a boca. Isso é chamado tabu.
Por exemplo, sexo. Só a palavra sexo deixa muita gente vermelha. Eu entendo, afinal é uma coisa íntima e pessoal. Mas não precisa necessariamente ser um assunto proibido. Não há mal em dizer que gosta de sexo, que sexo é bom, que faz sexo. Ué, não foi assim que nascemos? Não entendo porque algumas pessoas se incomodam tanto com o assunto. Eu não faço sexo frequentemente porque não tenho um parceiro. Não julgo, mas eu não seria capaz de ter relações com alguém com quem não tivesse intimidade suficiente. Mas isso sou eu, e cada um é cada, todos tem uma opinião e uma orientação, e é preciso que haja respeito.
Outra coisa, até relacionada com o assunto anterior, é o homossexualismo. Eu acho válido todo tipo de amor. Não importa a religião, eu acho que acima de tudo, as pessoas precisam ter respeito e empatia pelas outras. Concordando ou não, as pessoas tem que se tocar que o mundo mudou, e quanto mais elas resistirem à essa mudança, mais vai ser difícil ter uma convivência decente. Eu fico extremamente indignada quando fico sabendo de algum caso de homofobia. Acho a mais pura ignorância.

Born This Way

Como uma coisa puxa a outra, há outros tipos de preconceito. Todo mundo tem, não tem jeito. Eu, por exemplo, dentre outras coisas, tenho preconceito contra mulheres-fruta. Tudo bem, tem todo aquele papo de que a mulher pode fazer o que quiser com seu corpo e é machismo julgá-la pelas suas vestes, etc etc. Concordo inteiramente, mas é um preconceito que eu tenho. Eu prefiro mil vezes isso do que ser racista, homofóbica, porque por mais que eu ache ridículo uma mulher se expor de tal forma, eu não ando por aí xingando nem humilhando ninguém. Você, caro leitor, você pode ter preconceito contra mim, por estar aqui falando o que muita gente não quer ouvir. Você pode ter preconceito contra gordos, religiosos, hippies, velhos... o que estou querendo dizer é que o importante é não ser hipócrita, e se esconder atrás de um discuro moralista, enquanto sai por aí fazendo atrocidades contra as pessoas.
Pronto, acho que falei tudo que tinha para falar.
E por mais que pareça que eu estou num humor pesado por conta desse texto definitivamente verdadeiro, eu não poderia estar mais feliz. Apenas resolvi deixar claro minha opinião mais uma vez. E espero que muita gente discorde, porque se a opinião fosse feita para ser igual, ela não existiria.

Atores e Atrizes Favoritos

12/03/2011

Podem me chamar de ociosa, preguiçosa, virgem, eu não ligo. Eu adoro passar meu tempo livre vendo filmes e séries.
Preparei uma lista de atores e atrizes que muitas vezes fazem o filme valer a pena. Não sei se vocês concordarão que são atores maravilhosos, mas com certeza, deixam o filme mais legal.

Katherine Heigl: Eu adoro comédias românticas. E ela, com certeza, está no caminho certo se quer ser a rainha delas. No momento, o que eu mais gosto dela é Ligeiramente Grávidos.
Paul Rudd: Apesar de Nem Por Cima do Meu Cadáver, eu sempre tive afeição pelo Paul. Desde a infância (As Patricinhas de Beverly Hills , não riam). Adoro Nunca é Tarde para Amar, com Michelle Pfeiffer.
Jack Black: Ele é um querido, está comprovado. Gosto de seus personagens, só fiquei um pouquinho decepcionada com As Viagens de Gulliver.
Jennifer Garner: Além dela ser uma sortuda filha da mãe (Ben Affleck, meu bem!), e ter um bocão à lá Jolie, eu sempre vou me lembrar do divertido De Repente 30.
Penn Badgley: Minha aposta para ator promissor. Amo Gossip Girl, e para mim, Dan é o melhor. E também tem A Mentira que é bem legalzinho.
Scarlett Johansson: Não posso dizer que ela é feia, boba e chata. E também não posso dizer que não dá inveja ver uma mulher tão linda. Mas mesmo assim, gosto dos filmes em que ela aparece, e até assistiria com o namorado, se eu tivesse um. Gosto de Diário de uma Babá e Vicky Cristina Barcelona.


Drew Barrymore: Minha Pantera favorita ever. Ela é maravilhosa, simplesmente adoro, e não me canso de ver Como se Fosse a Primeira Vez e Para Sempre Cinderela.
Ryan Gosling: Não tem nada a ver com o fato de eu sempre imaginá-lo como meu marido. Diário de Uma Paixão nem é meu favorito, prefiro Garota Ideal.
Brendan Fraser: Ele fez muitos filmes bestas, mas tem muitos legais também. E eu costumava suspirar por ele (costumava...)
Anne Hathaway: Linda no Oscar, né? Quando vi Diário da Princesa pela primeira vez, amei ela, com aquele cabelo cacheadão. Mas O Diabo Veste Prada é, sem dúvida, sua ascensão. Noivas em Guerra me deu vontade de casar... Go, Anne, Go!
Amanda Bynes: Apesar de seguir sempre a mesma receita de comédia high school, e eu achar que ela tem potencial para ir além, gosto dela. Nunca enjoo de ver Ela é o Cara.
Colin Firth: Ai ai, só o que faço é suspirar. Eu já disse que gosto dele desde quando vi O Diário de Bridget Jones? Seu deslize foi fazer um filme chamado Escola para Garotas Bonitas e Piradas. E eu o escuto cantar Our Last Summer (Mamma Mia) praticamente todos os dias.


Ashton Kutcher: Claro que ele não poderia faltar nos favoritos de uma maníaca por comédias românticas. Adoro Jogo de Amor em Las Vegas e Efeito Borboleta. Tô louca para ver Sexo sem Compromisso, com Natalie Portman.
Fiuk: Pegadinha! Só pra ver se você está lendo_ se estiver, muito obrigado (^^*), se não, não tem problema, eu mesma muitas vezes não tenho paciência para ler os textos dos blogs que eu visito.
Johnny Depp: Para finalizar, meu eterno Edward. Adoro demais Piratas do Caribe (especialmente O Baú da Morte), Profissão de Risco e claro, Alice no País das Maravilhas.

Só mais uma coisa: passem lá no Let's Bring Jesse (mas se você não gosta de Jesse McCartney, melhor não =/)
Fui.