
Ultimamente estou com tantas ideias e sem articulação suficiente para colocá-las aqui no blog. Sabe quando você sabe uma coisa, mas não sabe explicar?
Hoje me sinto esquisita. Não costumo beber. Tá, é mentira. Toda vez que saio_ o que tem se tornado um pouco mais frequente depois que arranjei um emprego._, não tem a mínima graça se eu não ficar ao menos "alegre". Eu não bebo muito. Só bebo rápido, e o tempo todo, e sempre coloco um montão de vodka e só um pouquinho de refri/suco/seja lá o que for. Ok, talvez eu beba muito. Mas isso é só quando eu saio.
A frequência não me preocupa. O que me fez refletir ontem foi sobre o quanto eu gosto da sensação de estar levinha. O quanto eu glamorizo a pessoa com um copo na mão, a atitude. Será que devo ficar alerta?
Ontem no "apertamento" de um amigo, numa reuniãozinha, eu fui a atração principal. Receber tanta atenção, de alguma forma, me envaidece. Deus, o que há de errado comigo? No fim, quase quebrei foi o pescoço descendo cinco andares de escada.
E pude perceber a decepção no olhar de uma garota que eu realmente gosto. A mãe dela é alcoólatra, e ela tinha acabado de deixar a mulher bêbada no sofá de sua casa. Conviver com isso desde a infância, isso sim é ter problemas familiares. Ainda assim, ela é uma pessoa maravilhosa. E eu lhe devo desculpas por ser uma tremenda de uma imbecil.